quarta-feira, 14 de abril de 2010

Interesses económicos

Teoria da Conspiração Imagem de: economico
Para nós simples mortais, a relação entre Estados Unidos e Iraque. Deve-se ao facto que o Oriente Médio é localizado sobre uma das maiores jazidas de petróleo, logo, todo conflito entre o ocidental (E.U.A) e oriente médio advém desse interesse econômico (o petróleo).

Os EUA, sempre tiveram interesses particulares nas guerras do Golfo, entre E.U.A e Iraque. Oriente Médio , Palestina e o Estado de Israel. Essas questões tem importância, pois, Israel é o país do Oriente Médio que mantém relações próximas com países Ocidentais.

Os Estados Unidos tem financiado a base militar de Israel. A relação entre eles é próxima.
Há quem quem acredita que essa aproximação é uma forma de intervir no Oriente Médio. Percebe-se, cada vez mais, uma intervenção dos Estados Unidos no Oriente Médio.
Além dos Estados Arábes não reconhecerem o Estado Israel, devido a questões religiosas, históricas e também atcuais como a aproximação de Israel e E.U.A.

Os EUA, sempre estiveram envolvidos em guerra, guerrear sai muito caro, por isso têm que haver interesses económicos por tráz das desculpas públicas e justificações que dizem que é para o bem Mundial.
Será que estamos “salvos”?

História ou conspiração?



Original World trade Center

As revelações de Clarke: Como os EUA prepararam a opinião pública para a guerra no Iraque
29 de Março de 2004. Serviço Noticioso Um Mundo A Ganhar.

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World Trade Center, um pretexto?

O Presidente Bush e o seu círculo mais chegado não mostraram nenhum interesse na prevenção de um possível ataque da Al-Qaeda antes do 11 de Setembro de 2001. Assim que houve o ataque ao World Trade Center, agarraram-no como um pretexto para uma invasão norte-americana do Iraque. Estes são os dois principais pontos das afirmações de Richard Clarke, responsável pelo contra-terrorismo de Bush e de dois anteriores presidentes dos EUA, confirmado o que muitos milhões de pessoas em todo o mundo já suspeitavam há muito tempo.

O testemunho de Clarke perante um comité do Congresso foi amplamente coberto pela comunicação social dos EUA e do mundo. O que não foi amplamente analisado e merece alguma atenção é a ligação política entre esses dois pontos.

Bush assumiu a presidência determinado a invadir o Iraque. (Isto está amplamente documentado, mais recentemente por outro ex-funcionário de Bush agora desiludido, o Secretário do Tesouro Paul O'Neill.) Documentos de fundo publicados em 1996 e 1997 por um grupo chamado Projecto para o Novo Século Americano pediam “a retirada do poder de Saddam Hussein e do seu regime” como um passo-chave de uma ofensiva mundial para alcançar exactamente aquilo que o seu título abertamente indicava – fazer do século XXI um século de incontestável domínio global norte-americano. Os signatários desses documentos assemelham-se a uma lista do grupo exclusivo que entrou para a Casa Branca com Bush em Janeiro de 2001: o vice-presidente Cheney, o Secretário da Defesa Rumsfeld e o Vice-Secretário da Defesa e ideólogo-chefe Wolfowitz. Clarke não menciona nada disto, mas ter isto em conta ajuda a compreender o seu relato do que ele considera o comportamento irracional da administração Bush.

Clarke disse a semana passada que apesar dos seus esforços para chamar a atenção para o que acreditava ser a ameaça de um ataque da Al-Qaeda, logo desde o momento em que os conselheiros de Bush se instalaram, se recusaram a considerar essa possibilidade até uma semana antes do World Trade Center ter sido atingido. Alguns dos principais comentadores políticos dos EUA e da Grã-Bretanha concluíram que a explicação para a sua teimosa indiferença residia na sua obsessão em se livrarem de Saddam. Se esta foi ou não foi a única razão, é uma questão que não pode ser respondida agora. Que eles não se preocuparam, porém, é o mínimo que pode ser dito a partir do chocante testemunho de Clarke.

“o terrorismo iraquiano contra os Estados Unidos”

A sua obsessão com o Iraque também era uma teimosia. De acordo com o livro de Clarke recentemente publicado, em Abril de 2001, quando Clarke marcou uma reunião com adjuntos de membros da administração, Wolfowitz fez cara de zangado e exigiu saber por que o tema não era “o terrorismo iraquiano contra os Estados Unidos” em vez de a Al-Qaeda. Para surpresa de Clarke, Wolfowitz contradisse directamente os representantes da CIA e do FBI na reunião, argumentando que Saddam constituía o maior perigo para os EUA. Clarke achou inacreditável que um especialista em política externa como Wolfowitz defendesse que o Iraque estava por trás do ataque bombista contra o World Trade Center em 1993, “uma teoria que fora investigada durante anos e que se concluiu ser totalmente falsa”, disse ele ao comité do Congresso.

Nem sequer a visão dos aviões a mergulhar nas torres gémeas fez abalar essa obsessão. Na primeira reunião na Casa Branca em que se encontraram após o ataque, Rumsfeld “dizia que precisávamos de bombardear o Iraque”, disse Clarke numa entrevista à cadeia de televisão CBS. “E todos nós dissemos: não, não. A Al-Qaeda está no Afeganistão. Precisamos de bombardear o Afeganistão. E Rumsfeld disse que não havia nenhum alvo bom no Afeganistão. E que havia muitos alvos bons no Iraque. E eu disse; 'Bem, há muitos alvos bons em muitos lugares, mas o Iraque não tem nada a ver com isto.'... eu pensava que ele estava a brincar. Acho que eles queriam acreditar que havia uma ligação, mas a CIA estava lá sentada, o FBI estava lá sentado, eu estava lá sentado, dizendo que investigámos este assunto durante anos. Durante anos nós procurámos, e simplesmente não há nenhuma ligação.”

Clarke continuou: “O presidente arrastou-me para um quarto com duas outras pessoas, fechou a porta e disse: 'eu quero que você descubra se o Iraque fez isto'. De facto, ele nunca disse: 'Invente-o'. Mas toda a conversa deixou-me absolutamente sem nenhuma dúvida de que George Bush queria que eu voltásse com um relatório que dissesse que tinha sido o Iraque a fazê-lo.

“Eu disse, 'Sr. Presidente. Já o fizémos antes. Investigámos isto com uma mente aberta. Não há nenhuma ligação.”

“Ele voltou-se para mim e disse: 'Iraque! Saddam! Descubra se há uma ligação'. E de um modo muito intimidatório. Quer dizer, deveríamos regressar com uma resposta. Escrevemos um relatório.. foi devolvido dizendo, 'Resposta errada... Façam novamente.'”

A princípio, os porta-vozes de Bush responderam ao testemunho de Clarke dizendo que ele inventara tudo, especialmente a pressão para incriminar Saddam pelo ataque ao World Trade Center. Mais tarde, depois de terem aparecido duas testemunhas das ordens “Iraque! Saddam!” de Bush para Clarke no dia a seguir ao ataque, a Casa Branca começou a aparecer com outros argumentos. Como evidência de que o relato de Clarke não fazia sentido, Rumsfeld mostrou que os EUA, de facto, tinham bombardeado e invadido o Afeganistão semanas depois do ataque. Mas será que isso prova que Clarke está a mentir, ou apenas indica que a invasão do Afeganistão – a qual também fora planeada antes do 11 de Setembro – era apenas um passo no caminho de uma mais vasta guerra que estava a ser preparada desde o princípio?

Bush e Saddam

Bush e o seu círculo nunca deixaram de tentar ligar Saddam às torres gémeas. Publicaram uma história completa – mais tarde completamente desacreditada – sobre um suposto encontro em Praga entre um dos alegados suicidas e um representante iraquiano. Basicamente, mesmo quando forçados a recuar um pouco (mas nunca completamente) na ideia de que Saddam estava por trás do 11 de Setembro, aumentaram os seus esforços para retratar a invasão norte-americana ao Iraque como uma medida defensiva (uma “guerra preventiva”) para proteger o povo dos EUA de outro ataque semelhante. Num dos seus muitos discursos, Powell, Secretário de Estado de Bush, insistiu perante o Congresso, ao defender o orçamento de Bush para a planeada invasão do Iraque: “Isto não é apenas um exercício académico... Estamos a falar de armas verdadeiras. Estamos a falar de antraz. Estamos a falar da toxina botulina. Estamos a falar de programas de armas nucleares.” Nada disso era mais verdade que o suposto envolvimento de Saddam no 11 de Setembro.

Armas de Destruição em Massa?

Contudo, tudo isto – desde o fantasioso encontro em Praga às igualmente fantasiosas armas de destruição em massa – foi repetido como sendo factos pela maior parte da comunicação social norte-americana, especialmente no período imediatamente antes do início da guerra (quando a verdade teria prejudicado gravemente o esforço de guerra e seria “antipatriótico”) e durante a própria invasão. Isto mostra o grau em que a classe dominante dos EUA como um todo o achou útil. Certamente que o facto de a ocupação estar a correr tão mal é pelo menos uma grande parte da razão por que Bush está a ser “apunhalado pelas costas” por antigos companheiros de confiança como Clarke e o ex-Secretário do Tesouro O'Neill (e o ex-Embaixador Joseph Wilson, cujo livro sobre as mentiras do governo Bush sobre a compra de urânio em África por Saddam sairá em breve).

Mesmo após estas mais recentes revelações, o debate político dominante nos EUA – tanto os defensores de Bush como os seus rivais do Partido Democrático – tem-se limitado aos parâmetros da melhor maneira de fazer “a guerra ao terrorismo” e a quem, dentro desses parâmetros, melhor “protege o povo norte-americano”. A crítica que os Democratas estão a fazer a Bush e aos seus conselheiros é a de que não foram suficientemente agressivos e motivados para lutar. Mas o testemunho de Clarke mostra que eles estavam fanaticamente motivados para terem um pretexto para irem para a guerra, e não apenas para uma guerra mas para uma série completa de guerras cujo fim ainda não está à vista.

No seu julgamento de 1946 em Nuremberga, Hermann Goering, o ministro nazi da propaganda, deu uma lição que parece ter sido aprendida de cor pelos políticos belicistas dos dois principais partidos políticos dos EUA: “É claro que as pessoas não querem a guerra... Isso é sabido. Mas afinal de contas, são os dirigentes do país que determinam a política e é sempre apenas uma questão de arrastar as pessoas... Tudo o que têm a fazer é dizer-lhes que estão a ser atacados e denunciar os pacifistas pela falta de protecção e por exporem o país ao perigo.”

A guerra do Terror

Em resumo, a “guerra ao terror” não existe. É apenas uma peça da engrenagem, uma parte do mecanismo mais geral da agressão dos EUA na sua procura de uma “nova ordem mundial”. A questão principal é: quais são os verdadeiros alvos por trás das invasões norte-americanas do Afeganistão, do Iraque (e agora do Haiti...)? Mais, não apenas que mentiras foram ditas, mas que interesses políticos e económicos – que interesses de classe – é que estão em jogo nas intenções declaradas dos EUA em estabelecer um império mundial sem precedentes? Não podemos esperar que sejam membros da classe dirigente, mesmo que dissidentes, a responder a essas perguntas, mas estas revelações estão a fazer com que um número crescente de pessoas se questione.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Coisa de Maluco

teoria da conspiração Imagem original: Mosca na sopa
Hoje estava eu dando uma volta pela rua principal de Santarém com a minha família, quando fui abordado por uma figura conhecida, porém exótica, de Santarém. Esta pessoa apanhou no ar uma conversa entre eu e a minha mulher sobre as novas oportunidades e sobre técnologias de informação. Rapidamente abriu um dossier cheio de leis da UE, muitas fotocópias de informação sobre o futuro do ser humano, vários impressos e recortes de jornais nos quais falavam de formas de controlar pessoas e informações através de, chips, pens, cartões, computadores, contas bancárias, serviços e etc.
Tal pessoa, passa os seus tempos livres na pesquisa de assuntos relacionados com as novas leis de trabalho e com pesquisas na internet sobre assuntos relacionados com técnologias e técnologias de informação. Ainda frequenta uma igreja católica, que reforça a sua interpretação de um controle Global e quem sabe Mundial sobre todas as pessoas. Nesse Mundo também se desenvolve política, religião de uma forma digital onde o bombardeio de informação dá uma lavagem cerebral aos mais afixionados, tornando dificil a interpretação da natureza da informação e da veracidade da mesma.
Sabemos que é do interesse de muitos senhores poderosos, o controle de e das informações sobre o cidadão comum e não só, pois estas informações valem dinheiro e permitem fazer um estudo de hábitos e perfis psicológicos que podem ser usados a favor ou contra os mesmos. Para o governo, interessa a informação e o controle de todas as contas públicas sem falar no controle de entradas e saídas de dinheiro dos restantes cidadãos.
Não importa, a dita pessoa, não se calava, falava em escravidão e controle das nossas vidas e que este momento tardaria a chegar.
O meu sogro riu-se divertidamente e a dita senhora de olhos azuis claros, cabelos alourados, estatura mediana e de cor muito branca, continuava a tagarelar, sua postura e o seu olhar penetrante mostrava uma criatura de meia idade perturbada e convicta da sua realidade, rapidamente pensou-se ali, na Alemanha, Nazis, Hitler, o medo do desconhecido apossou-se do meu filho que ficou com um ar preocupado com o futuro anunciado.
Quanto a mim: Observei que a senhora fazia questão de nos mostrar todos os documentos recolhidos por ela, para defender a tese dos seus conhecimentos e das suas histórias.
É claro que fiquei do lado do meu sogro, mas também sei que o meu sogro têm conhecimentos muito limitados e que ele não daria crédito a nenhum item por ela mencionado.
Era muito desconfortavel aqueles assuntos, ali na rua, parado durante minutos que pareciam horas.
Eu no fundo sabia que aquela senhora, não era de todo louca e sei que há mentes inteligentes a nos vigiar e a nos controlar, só depende do momento e do argumento, pois as condições já estão criadas e a disposição dentro das novas técnologias.
Lembrei-me logo do filme. "Teoria da Conspiração".
Lembro-me na minha infância nos inicios dos anos 70 ouvir alguém falar de pulseiras eletrônicas e dispositivos eletrônicos que no futuro controlariam o ser humano. Para muitos, este alguém era mais um maluco, para mim poderia ser possivel?, hoje temos tudo isso e muito mais, satélites, GPS e outras formas de ser controlado e seguido como câmaras indiscretas entre outros.
Forcei uma despedida, com muito esforço afastei-me daquela criatura, procurei não ferir seus sentimentos e comigo levei os meus filhos e o meu sogro, deixei a minha mulher a segurar aquele pepino enquanto desaparecia rapidamente do seu alcance de visão, agora penso porquê atraí aquela pessoa e tais temas de conversa. Não sei é a minha resposta, mas as coisas não acontecem por acaso.
Dei uma olhada na NET, Teoria da Conspiração e encontrei isto entre muitas coisas.

DBA Tech – Tecnologia da Informação