quinta-feira, 3 de março de 2011
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Portugal à cair
Tabela de:.inverbis./coeficienterenda
Infelizmente o não aumento do coeficiente que permite aumentar as rendas em 2010 e a atribuição de um aumento de 0,30 cêntimos por cada 100,00 euros de renda, condena os Centros Históricos a tornarem-se verdadeiras ruínas.
A carga fiscal em cima dos senhorios com rendas baixas é demasiadamente elevada. Existem senhorios que paga para os inquilinos viverem em suas casas, os impostos e as contribuições sobre imóveis são superiores aos ganhos anuais. Isto faz com que muitos senhorios deixem de pagar seguros. Em caso de incêndio nas cidades velhas, jamais o património poderá ser recuperado com a traça original e depois devido os problemas de estacionamento e o fraco comércio tradicional mais a desertificação natural, faz com que não haja investidores. Como se não bastasse estes problemas, a abertura de negócios nas cidades históricas exigem um investimento muito grande, não só em projectos e licenças como também pelas pequenas divisões existentes nas casas antigas, salvo "ÓBIDOS" que é um excelente exemplo de conservação de uma cidade histórica, onde o comércio trabalha num património não modificado, estas casas funcionam com as mesmas dimensões de à 100 anos.
ÓBIDOS sem dúvida deveria ser um exemplo para todo Portugal, pois o que é típico é que é histórico e de interesse para o turismo nacional. Podemos também aprender com os espanhóis pois eles são um bom exemplo de gestão turística e os portugueses pagam e deixam lá muito dinheirinho para ver coisas recuperadas que temos cá.
Quanto as rendas baixas, existem muitos senhorios com rendas inferiores à 20,00 euros e alguns com menos de 2,00 euros de renda. Ora! Temos que ver que a mão de obra facturada por um profissional da construção civil é cerca de 25,00 euros hora, fora o material. Isto faz com que o investimento dos senhorios no Centro Histórico, seja muito mal negócio, sem falar que a maioria não têm dinheiro nem para recuperar à casa onde vivem, quanto mais fazer obras a favor de inquilinos que têm mais poder de compra que eles.
Outro factor que desmotiva e condena os Centros Históricos são sem dúvidas os inquilinos não residentes. Estes já vivem em casas modernas e confortáveis mas não entregam as casas velhas por causa das rendas baixas, usam na sua maioria, as casas para guardarem mónos, ou seja à casa serve de armazém.
Por sua vez o senhorio sabe disso e sabe que estas casas têm a água e a luz desligada à muitos anos, também sabe que o inquilino aparece ali uma ou duas vezes por ano. só que um processo em tribunal é caro e moroso, muitas vezes superiores aos rendimentos do senhorio. A única solução é fazer uma inspecção e ver caso a caso os problemas do património e da mesma forma que o governo exige obras do senhorio, exigir também aumentos significativos dos inquilinos que lá não vivem e que impedem o progresso da cidade.
Quantos aos aumentos: É realmente uma vergonha. Imaginem que no primeiro caso o governo aprovasse um aumento de 500% para rendas até 20,00 euros. Aqui teríamos uma renda de 100,00 euros mensais, ganhava o governo com os impostos e o senhorio que poderia fazer algumas melhorias. No caso de 2,00, teríamos um aumento para 10,00 euros, pelo menos seria um aumento significativo e pouco à pouco ia-se dando vida aos centros históricos.
Com a actual crise, seria óptimo para todos, inclusive para as seguradoras que fariam mais seguros.
É ou não é uma conspiração contra os senhorios e os centros históricos?
É ou não é uma conspiração contra os senhorios e os centros históricos?
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Malandros profissionais
Imagem original: rafaelpecanha
Primeira fase do plano é impressionar a vítima, convidando-a a entrar no seu mundo e enchendo-a de mimos, convida-a para almoçar no seu castelo de faz de conta, manda a limusina busca-la à casa e conta histórias agradáveis e de sucesso.
Seus golpes têm prazo estabelecido, pois ele sabe que cada dia que passa perde dinheiro com o esquema. Sua conta bancária movimenta milhares ou milhões, mas o dinheiro é sempre o mesmo.
Suas vítimas são em geral, grandes empresários e banqueiros ou uma viúva muito rica. Uma vez conseguido a atenção da vítima e a transportado para o seu mundo de faz de conta, passado algum tempo queixa-se de um grande acidente ou problemas com uma das suas empresas no estrangeiro e é claro precisa de dinheiro, à vítima não fica indiferente e lhe entrega à confiança uma quantia avultada. Uma vez conseguido o que veio buscar, rapidamente o nosso actor paga as empresas que lhe forneceu bens e serviços, passado algum tempo, à vítima acha estranho o telemóvel e o telefone que toca e ninguém atende, com o silêncio e com desconfiança, a pessoa em causa desloca-se até ao palacete e dá de caras com caminhões de mudanças a recolherem os materiais alugados.
Por sua vez, o dito malandro fino já se retirou para algum país da América do sul, para gozar umas ricas férias enquanto pensa no próximo golpe.
Malandros maiores que estes, só alguns artistas que estão na política e podem ser encontrados um pouco por todo o Mundo.
Malandro da alta roda.
Existem outros malandros que estão acima desses ate aqui citados, dão golpe de génios, têm muito dinheiro para criarem toda uma fachada e sustentarem toda uma história. São pessoas vividas e com grandes conhecimentos académicos e psicológicos. São capazes de alugarem mansões e castelos, louças finas, móveis, limusinas com motorista, empregados desde cozinheiros, porteiros, copeiras, arrumadeiras, empregadas de mesa e limpeza, usam fatos caros e de marca, relógios de ouro e uma grande infinidade de bijutarias finas, dão presentes caros as vítimas e dizem-se serem grandes empresários com negócios no estrangeiro.
Primeira fase do plano é impressionar a vítima, convidando-a a entrar no seu mundo e enchendo-a de mimos, convida-a para almoçar no seu castelo de faz de conta, manda a limusina busca-la à casa e conta histórias agradáveis e de sucesso.
Seus golpes têm prazo estabelecido, pois ele sabe que cada dia que passa perde dinheiro com o esquema. Sua conta bancária movimenta milhares ou milhões, mas o dinheiro é sempre o mesmo.
Suas vítimas são em geral, grandes empresários e banqueiros ou uma viúva muito rica. Uma vez conseguido a atenção da vítima e a transportado para o seu mundo de faz de conta, passado algum tempo queixa-se de um grande acidente ou problemas com uma das suas empresas no estrangeiro e é claro precisa de dinheiro, à vítima não fica indiferente e lhe entrega à confiança uma quantia avultada. Uma vez conseguido o que veio buscar, rapidamente o nosso actor paga as empresas que lhe forneceu bens e serviços, passado algum tempo, à vítima acha estranho o telemóvel e o telefone que toca e ninguém atende, com o silêncio e com desconfiança, a pessoa em causa desloca-se até ao palacete e dá de caras com caminhões de mudanças a recolherem os materiais alugados.
Por sua vez, o dito malandro fino já se retirou para algum país da América do sul, para gozar umas ricas férias enquanto pensa no próximo golpe.
Malandros maiores que estes, só alguns artistas que estão na política e podem ser encontrados um pouco por todo o Mundo.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Interesses económicos
Imagem de: economicoPara nós simples mortais, a relação entre Estados Unidos e Iraque. Deve-se ao facto que o Oriente Médio é localizado sobre uma das maiores jazidas de petróleo, logo, todo conflito entre o ocidental (E.U.A) e oriente médio advém desse interesse econômico (o petróleo).
Os EUA, sempre tiveram interesses particulares nas guerras do Golfo, entre E.U.A e Iraque. Oriente Médio , Palestina e o Estado de Israel. Essas questões tem importância, pois, Israel é o país do Oriente Médio que mantém relações próximas com países Ocidentais.
Os Estados Unidos tem financiado a base militar de Israel. A relação entre eles é próxima.
Há quem quem acredita que essa aproximação é uma forma de intervir no Oriente Médio. Percebe-se, cada vez mais, uma intervenção dos Estados Unidos no Oriente Médio.
Além dos Estados Arábes não reconhecerem o Estado Israel, devido a questões religiosas, históricas e também atcuais como a aproximação de Israel e E.U.A.
Os EUA, sempre estiveram envolvidos em guerra, guerrear sai muito caro, por isso têm que haver interesses económicos por tráz das desculpas públicas e justificações que dizem que é para o bem Mundial.
Será que estamos “salvos”?
História ou conspiração?

Original World trade Center
As revelações de Clarke: Como os EUA prepararam a opinião pública para a guerra no Iraque
29 de Março de 2004. Serviço Noticioso Um Mundo A Ganhar.
Reproduzido do Serviço Noticioso da revista Um Mundo A Ganhar: www.aworldtowin.org
Subscrição em inglês: http://uk.groups.yahoo.com/group/AWorldToWinNewsService/
Envie informações, comentários, críticas, sugestões e artigos para: news@aworldtowin.org
Todos os Posts aqui abaixo alusivo ao 11 de Setembro é de:
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A World to Win News Service is put out by A World to Win magazine (www.aworldtowin.org), a political and theoretical review inspired by the foundation of the Revolutionary Internationalist Movement (RIM), the embryonic centre of the world’s Marxist-Leninist-Maoist parties and organisations. Like the magazine, our news service seeks to apply the politics and ideology of RIM to burning questions of the day, but in a more timely and popular way. All its articles may be reprinted, excerpted or used in any other way as long as it is credited. Subscribe to AWorldToWinNewsService
World Trade Center, um pretexto?
O Presidente Bush e o seu círculo mais chegado não mostraram nenhum interesse na prevenção de um possível ataque da Al-Qaeda antes do 11 de Setembro de 2001. Assim que houve o ataque ao World Trade Center, agarraram-no como um pretexto para uma invasão norte-americana do Iraque. Estes são os dois principais pontos das afirmações de Richard Clarke, responsável pelo contra-terrorismo de Bush e de dois anteriores presidentes dos EUA, confirmado o que muitos milhões de pessoas em todo o mundo já suspeitavam há muito tempo.
O testemunho de Clarke perante um comité do Congresso foi amplamente coberto pela comunicação social dos EUA e do mundo. O que não foi amplamente analisado e merece alguma atenção é a ligação política entre esses dois pontos.
Bush assumiu a presidência determinado a invadir o Iraque. (Isto está amplamente documentado, mais recentemente por outro ex-funcionário de Bush agora desiludido, o Secretário do Tesouro Paul O'Neill.) Documentos de fundo publicados em 1996 e 1997 por um grupo chamado Projecto para o Novo Século Americano pediam “a retirada do poder de Saddam Hussein e do seu regime” como um passo-chave de uma ofensiva mundial para alcançar exactamente aquilo que o seu título abertamente indicava – fazer do século XXI um século de incontestável domínio global norte-americano. Os signatários desses documentos assemelham-se a uma lista do grupo exclusivo que entrou para a Casa Branca com Bush em Janeiro de 2001: o vice-presidente Cheney, o Secretário da Defesa Rumsfeld e o Vice-Secretário da Defesa e ideólogo-chefe Wolfowitz. Clarke não menciona nada disto, mas ter isto em conta ajuda a compreender o seu relato do que ele considera o comportamento irracional da administração Bush.
Clarke disse a semana passada que apesar dos seus esforços para chamar a atenção para o que acreditava ser a ameaça de um ataque da Al-Qaeda, logo desde o momento em que os conselheiros de Bush se instalaram, se recusaram a considerar essa possibilidade até uma semana antes do World Trade Center ter sido atingido. Alguns dos principais comentadores políticos dos EUA e da Grã-Bretanha concluíram que a explicação para a sua teimosa indiferença residia na sua obsessão em se livrarem de Saddam. Se esta foi ou não foi a única razão, é uma questão que não pode ser respondida agora. Que eles não se preocuparam, porém, é o mínimo que pode ser dito a partir do chocante testemunho de Clarke.
O testemunho de Clarke perante um comité do Congresso foi amplamente coberto pela comunicação social dos EUA e do mundo. O que não foi amplamente analisado e merece alguma atenção é a ligação política entre esses dois pontos.
Bush assumiu a presidência determinado a invadir o Iraque. (Isto está amplamente documentado, mais recentemente por outro ex-funcionário de Bush agora desiludido, o Secretário do Tesouro Paul O'Neill.) Documentos de fundo publicados em 1996 e 1997 por um grupo chamado Projecto para o Novo Século Americano pediam “a retirada do poder de Saddam Hussein e do seu regime” como um passo-chave de uma ofensiva mundial para alcançar exactamente aquilo que o seu título abertamente indicava – fazer do século XXI um século de incontestável domínio global norte-americano. Os signatários desses documentos assemelham-se a uma lista do grupo exclusivo que entrou para a Casa Branca com Bush em Janeiro de 2001: o vice-presidente Cheney, o Secretário da Defesa Rumsfeld e o Vice-Secretário da Defesa e ideólogo-chefe Wolfowitz. Clarke não menciona nada disto, mas ter isto em conta ajuda a compreender o seu relato do que ele considera o comportamento irracional da administração Bush.
Clarke disse a semana passada que apesar dos seus esforços para chamar a atenção para o que acreditava ser a ameaça de um ataque da Al-Qaeda, logo desde o momento em que os conselheiros de Bush se instalaram, se recusaram a considerar essa possibilidade até uma semana antes do World Trade Center ter sido atingido. Alguns dos principais comentadores políticos dos EUA e da Grã-Bretanha concluíram que a explicação para a sua teimosa indiferença residia na sua obsessão em se livrarem de Saddam. Se esta foi ou não foi a única razão, é uma questão que não pode ser respondida agora. Que eles não se preocuparam, porém, é o mínimo que pode ser dito a partir do chocante testemunho de Clarke.
“o terrorismo iraquiano contra os Estados Unidos”
A sua obsessão com o Iraque também era uma teimosia. De acordo com o livro de Clarke recentemente publicado, em Abril de 2001, quando Clarke marcou uma reunião com adjuntos de membros da administração, Wolfowitz fez cara de zangado e exigiu saber por que o tema não era “o terrorismo iraquiano contra os Estados Unidos” em vez de a Al-Qaeda. Para surpresa de Clarke, Wolfowitz contradisse directamente os representantes da CIA e do FBI na reunião, argumentando que Saddam constituía o maior perigo para os EUA. Clarke achou inacreditável que um especialista em política externa como Wolfowitz defendesse que o Iraque estava por trás do ataque bombista contra o World Trade Center em 1993, “uma teoria que fora investigada durante anos e que se concluiu ser totalmente falsa”, disse ele ao comité do Congresso.
Nem sequer a visão dos aviões a mergulhar nas torres gémeas fez abalar essa obsessão. Na primeira reunião na Casa Branca em que se encontraram após o ataque, Rumsfeld “dizia que precisávamos de bombardear o Iraque”, disse Clarke numa entrevista à cadeia de televisão CBS. “E todos nós dissemos: não, não. A Al-Qaeda está no Afeganistão. Precisamos de bombardear o Afeganistão. E Rumsfeld disse que não havia nenhum alvo bom no Afeganistão. E que havia muitos alvos bons no Iraque. E eu disse; 'Bem, há muitos alvos bons em muitos lugares, mas o Iraque não tem nada a ver com isto.'... eu pensava que ele estava a brincar. Acho que eles queriam acreditar que havia uma ligação, mas a CIA estava lá sentada, o FBI estava lá sentado, eu estava lá sentado, dizendo que investigámos este assunto durante anos. Durante anos nós procurámos, e simplesmente não há nenhuma ligação.”
Clarke continuou: “O presidente arrastou-me para um quarto com duas outras pessoas, fechou a porta e disse: 'eu quero que você descubra se o Iraque fez isto'. De facto, ele nunca disse: 'Invente-o'. Mas toda a conversa deixou-me absolutamente sem nenhuma dúvida de que George Bush queria que eu voltásse com um relatório que dissesse que tinha sido o Iraque a fazê-lo.
“Eu disse, 'Sr. Presidente. Já o fizémos antes. Investigámos isto com uma mente aberta. Não há nenhuma ligação.”
“Ele voltou-se para mim e disse: 'Iraque! Saddam! Descubra se há uma ligação'. E de um modo muito intimidatório. Quer dizer, deveríamos regressar com uma resposta. Escrevemos um relatório.. foi devolvido dizendo, 'Resposta errada... Façam novamente.'”
A princípio, os porta-vozes de Bush responderam ao testemunho de Clarke dizendo que ele inventara tudo, especialmente a pressão para incriminar Saddam pelo ataque ao World Trade Center. Mais tarde, depois de terem aparecido duas testemunhas das ordens “Iraque! Saddam!” de Bush para Clarke no dia a seguir ao ataque, a Casa Branca começou a aparecer com outros argumentos. Como evidência de que o relato de Clarke não fazia sentido, Rumsfeld mostrou que os EUA, de facto, tinham bombardeado e invadido o Afeganistão semanas depois do ataque. Mas será que isso prova que Clarke está a mentir, ou apenas indica que a invasão do Afeganistão – a qual também fora planeada antes do 11 de Setembro – era apenas um passo no caminho de uma mais vasta guerra que estava a ser preparada desde o princípio?
Nem sequer a visão dos aviões a mergulhar nas torres gémeas fez abalar essa obsessão. Na primeira reunião na Casa Branca em que se encontraram após o ataque, Rumsfeld “dizia que precisávamos de bombardear o Iraque”, disse Clarke numa entrevista à cadeia de televisão CBS. “E todos nós dissemos: não, não. A Al-Qaeda está no Afeganistão. Precisamos de bombardear o Afeganistão. E Rumsfeld disse que não havia nenhum alvo bom no Afeganistão. E que havia muitos alvos bons no Iraque. E eu disse; 'Bem, há muitos alvos bons em muitos lugares, mas o Iraque não tem nada a ver com isto.'... eu pensava que ele estava a brincar. Acho que eles queriam acreditar que havia uma ligação, mas a CIA estava lá sentada, o FBI estava lá sentado, eu estava lá sentado, dizendo que investigámos este assunto durante anos. Durante anos nós procurámos, e simplesmente não há nenhuma ligação.”
Clarke continuou: “O presidente arrastou-me para um quarto com duas outras pessoas, fechou a porta e disse: 'eu quero que você descubra se o Iraque fez isto'. De facto, ele nunca disse: 'Invente-o'. Mas toda a conversa deixou-me absolutamente sem nenhuma dúvida de que George Bush queria que eu voltásse com um relatório que dissesse que tinha sido o Iraque a fazê-lo.
“Eu disse, 'Sr. Presidente. Já o fizémos antes. Investigámos isto com uma mente aberta. Não há nenhuma ligação.”
“Ele voltou-se para mim e disse: 'Iraque! Saddam! Descubra se há uma ligação'. E de um modo muito intimidatório. Quer dizer, deveríamos regressar com uma resposta. Escrevemos um relatório.. foi devolvido dizendo, 'Resposta errada... Façam novamente.'”
A princípio, os porta-vozes de Bush responderam ao testemunho de Clarke dizendo que ele inventara tudo, especialmente a pressão para incriminar Saddam pelo ataque ao World Trade Center. Mais tarde, depois de terem aparecido duas testemunhas das ordens “Iraque! Saddam!” de Bush para Clarke no dia a seguir ao ataque, a Casa Branca começou a aparecer com outros argumentos. Como evidência de que o relato de Clarke não fazia sentido, Rumsfeld mostrou que os EUA, de facto, tinham bombardeado e invadido o Afeganistão semanas depois do ataque. Mas será que isso prova que Clarke está a mentir, ou apenas indica que a invasão do Afeganistão – a qual também fora planeada antes do 11 de Setembro – era apenas um passo no caminho de uma mais vasta guerra que estava a ser preparada desde o princípio?
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